Galeria
Clique nas imagens para ampliar
O que é reabilitação de tubos de esgotos antigos e quando considerar?
A reabilitação de tubos de esgotos antigos consiste em diagnosticar e recuperar uma rede de esgoto ou tubulação enterrada com técnicas que preservam a infraestrutura existente sempre que houver viabilidade técnica. Em vez de trocar toda a linha, o objetivo é restaurar desempenho hidráulico, estanqueidade e condição estrutural com menor interferência urbana possível.
Essa abordagem costuma ser considerada em redes antigas de saneamento quando há sinais como obstruções recorrentes, infiltrações, vazamentos, trincas, perda de capacidade de escoamento, recalques localizados ou necessidade de reduzir impactos urbanos associados a obras com valas. Ainda assim, a decisão não deve ser tomada apenas pela idade da tubulação: ela depende de inspeção técnica, diagnóstico das condições da rede, avaliação do entorno e definição de projeto. É importante diferenciar três caminhos possíveis:
- Reabilitação: busca recuperar a funcionalidade da tubulação existente, podendo envolver soluções de recuperação estrutural ou melhoria interna quando a rede permite esse tipo de intervenção;
- Substituição total: remove e troca trechos da tubulação, geralmente considerada quando a deterioração, o colapso, a incompatibilidade hidráulica ou as condições de acesso tornam a recuperação inviável;
- Manutenção corretiva: resolve falhas pontuais, como desobstruções ou reparos localizados, mas nem sempre trata a causa estrutural ou operacional do problema.
Em obras de infraestrutura urbana, essa distinção evita decisões simplistas. Uma rede de esgoto antiga pode precisar apenas de manutenção em alguns trechos, reabilitação em outros e substituição onde o diagnóstico indicar perda severa de integridade. Por isso, o planejamento técnico é tão relevante quanto a técnica escolhida.
O Grupo Vértice atua como um hub de soluções para saneamento e infraestrutura urbana, integrando planejamento, projetos, insumos, equipamentos, mão de obra e tecnologia em um mesmo ecossistema. Essa visão 360 graus ajuda construtoras, concessionárias, prefeituras, empreiteiras e gestores de obra a analisarem a intervenção não como um serviço isolado, mas como parte de uma operação que envolve rede enterrada, acesso, produtividade, segurança operacional e controle de execução.
Quando reabilitar uma tubulação de esgoto antiga?
Quando a inspeção técnica indicar que a rede apresenta perda de desempenho, infiltrações, obstruções recorrentes ou desgaste, mas ainda possui condições para recuperação conforme diagnóstico e projeto. Se a tubulação estiver colapsada ou tecnicamente inviável para recuperação, a substituição pode ser mais adequada.
Principais métodos usados na recuperação de redes de esgoto
A recuperação de redes de esgoto pode envolver diferentes tecnologias, e a escolha do método não deve partir apenas do desejo de evitar escavações. Em saneamento, redes enterradas antigas podem apresentar incrustações, trincas, infiltrações, perda de seção útil, deformações, obstruções recorrentes ou trechos estruturalmente comprometidos.
Por isso, antes de definir a solução, a etapa mais importante é a inspeção técnica da tubulação e a elaboração de um projeto compatível com o estado real da rede. Métodos mais citados na recuperação de redes de esgoto:
- CIPP: técnica de revestimento curado no local, geralmente usada para criar uma nova camada interna contínua em trechos compatíveis da tubulação existente;
- Sliplining: inserção de uma nova tubulação dentro da rede antiga, com possível redução do diâmetro interno e necessidade de avaliar a capacidade hidráulica;
- Revestimentos internos: aplicação de soluções de proteção ou recomposição interna para melhorar o desempenho da parede do tubo, conforme diagnóstico e especificação técnica;
- Recuperação sem valas: conjunto de métodos não destrutivos ou de baixa escavação que pode reduzir interferências urbanas quando há viabilidade técnica;
- Substituição localizada: alternativa usada quando há pontos colapsados, interferências críticas ou danos que inviabilizam a reabilitação contínua do trecho.
O CIPP costuma ser lembrado em projetos de recuperação porque permite reabilitar determinados trechos sem remover toda a tubulação existente. Em termos gerais, a técnica forma um revestimento interno aderido ou instalado dentro do tubo antigo, criando uma nova superfície de condução.
Porém, sua aplicação depende de fatores como diâmetro, geometria da rede, presença de ligações laterais, nível de deformação, limpeza prévia, acesso aos poços de visita e condição estrutural do trecho. O sliplining é outra solução conhecida no setor. Ele consiste, de forma simplificada, em inserir um novo tubo dentro da tubulação existente.
Pode ser útil em redes enterradas onde há caminho interno viável para passagem do novo conduto, mas exige atenção à redução de seção hidráulica, ao alinhamento da rede, aos pontos de acesso e à compatibilidade entre a nova tubulação e a operação esperada do sistema de esgoto ou drenagem.
Já os revestimentos internos abrangem alternativas aplicadas para recompor, proteger ou melhorar a superfície interna da tubulação. Em alguns cenários, podem contribuir para reduzir rugosidade, proteger paredes degradadas ou prolongar a vida útil operacional do trecho. Ainda assim, não substituem o diagnóstico: se houver colapso, deslocamento severo, perda estrutural avançada ou obstruções críticas, a solução pode exigir intervenção complementar ou até substituição parcial.
A expressão recuperação sem valas não representa uma única tecnologia, mas um grupo de métodos não destrutivos ou de menor escavação. Seu principal valor está em reduzir impactos urbanos quando comparada a intervenções tradicionais com valas extensas, especialmente em áreas com tráfego, pavimentação, redes próximas, calçadas, comércios, indústrias ou operação pública sensível.
Mesmo assim, nem toda rede pode ser reabilitada sem abertura de vala: a decisão depende da inspeção, do projeto e das condições de acesso. Na prática, a seleção do método deve considerar pelo menos estes critérios técnicos:
- Diâmetro da tubulação: influencia a viabilidade de entrada de equipamentos, aplicação de revestimentos e manutenção da capacidade hidráulica;
- Extensão do trecho: afeta logística, mobilização, controle de execução e escolha entre intervenção contínua ou segmentada;
- Condições de acesso: poços de visita, profundidade, interferências urbanas e espaço para máquinas impactam diretamente o plano de obra;
- Nível de deterioração: fissuras, infiltrações, ovalização, colapso, juntas abertas e obstruções mudam a solução recomendada;
- Objetivo operacional: recuperar estanqueidade, melhorar desempenho hidráulico, reduzir manutenção corretiva ou restabelecer a operação exigem estratégias diferentes;
- Interferências no entorno: tráfego, redes de água, drenagem, gás, energia, edificações e restrições de obra podem favorecer métodos de menor escavação;
- Compatibilidade com o projeto: a técnica precisa conversar com o cronograma, os materiais disponíveis, a equipe, os equipamentos e o controle técnico.
Esse ponto é essencial: o melhor método não é necessariamente o mais conhecido, mas o mais compatível com o diagnóstico da rede e com o objetivo da intervenção. Uma solução tecnicamente inadequada pode gerar retrabalho, perda de desempenho hidráulico, compras desconectadas do projeto e necessidade de novas mobilizações.
É nesse contexto que a abordagem 360 graus do Grupo Vértice Infraestrutura Urbana se conecta ao tema. Como hub de soluções para saneamento e infraestrutura urbana, o Grupo Vértice integra planejamento, projetos, insumos, equipamentos, mão de obra e tecnologia em um mesmo ecossistema, apoiado por marcas complementares como ENGENEVES, IOMAR, ARENA INFRA, PRISMA, SOLOPIPE, TUBULAÇÃO.COM, SANEFUSION e SUPERDRILL.
Para obras em redes de água, esgoto, drenagem e infraestrutura urbana, essa coordenação ajuda a alinhar diferentes frentes da obra sem tratar a reabilitação como uma ação isolada.
A recomendação técnica é evitar decisões baseadas em método único ou preço padrão: em redes enterradas, a solução mais segura começa com inspeção, avaliação de viabilidade e projeto.
Benefícios técnicos, urbanos e ambientais da reabilitação
A reabilitação de tubos de esgotos antigos pode trazer ganhos relevantes para obras de saneamento e infraestrutura urbana, especialmente quando o diagnóstico confirma que a rede enterrada permite uma intervenção de recuperação em vez de substituição total. O principal benefício não está apenas na técnica escolhida, mas na forma como diagnóstico, projeto, equipe, máquinas, materiais e controle operacional são coordenados. Benefícios potenciais da reabilitação de tubulação:
- Menor abertura de valas, quando tecnicamente viável: métodos não destrutivos podem reduzir escavações e intervenções extensas no pavimento, o que ajuda a diminuir transtornos no entorno da obra;
- Redução de interferências urbanas: em áreas com tráfego, comércios, calçadas, redes próximas e ocupação intensa, uma obra com menor impacto urbano tende a facilitar a logística e a convivência com a operação da cidade;
- Mais segurança operacional: o planejamento técnico permite prever acessos, equipamentos, materiais, sinalização, mobilização de equipe e controles de execução, reduzindo decisões improvisadas em campo;
- Melhor produtividade da obra: quando inspeção, escopo e método são definidos antes da mobilização, a execução tende a ser mais organizada, com menor risco de paralisações por falta de insumos, máquinas ou informações técnicas;
- Uso mais eficiente de recursos: a integração entre projeto e execução ajuda a direcionar mão de obra, equipamentos e materiais conforme a real condição da tubulação, favorecendo custo-benefício sem depender de soluções genéricas;
- Potencial redução de retrabalho: redes antigas podem apresentar obstruções, infiltrações, perda de desempenho hidráulico e deterioração localizada; por isso, a escolha técnica deve considerar a causa do problema, não apenas o sintoma visível;
- Contribuição para obras mais limpas e sustentáveis: ao reduzir escavações, transporte de resíduos e interferências no entorno, quando aplicável, a reabilitação pode apoiar uma execução mais limpa, rápida e segura.
Em obras de saneamento, a continuidade operacional também é um ponto crítico. Uma intervenção mal planejada em redes de esgoto pode gerar atrasos, conflitos entre fornecedores e dificuldade de compatibilização com outras frentes da infraestrutura urbana. Por isso, a avaliação técnica deve considerar condições de acesso, extensão do trecho, estado da tubulação, interferências existentes, necessidade de equipamentos, disponibilidade de materiais e objetivo da intervenção.
O Grupo Vértice atua como um hub de soluções para saneamento e infraestrutura urbana, conectando planejamento, projetos, insumos, equipamentos, mão de obra e tecnologia em um ecossistema integrado. Essa abordagem favorece obras mais limpas, ágeis, seguras e eficientes porque reduz a fragmentação entre diagnóstico, compra técnica, mobilização e execução.
- FAQ: A reabilitação evita abrir valas?.
Nem sempre. A reabilitação pode reduzir a necessidade de escavações quando métodos não destrutivos são tecnicamente viáveis para o estado da rede, o diâmetro, o acesso e o objetivo da obra. Em alguns cenários, aberturas pontuais ou substituição de trechos ainda podem ser necessárias. A decisão correta depende de inspeção, diagnóstico e projeto técnico.
Como planejar uma obra de reabilitação de tubulação?
Planejar uma obra de reabilitação de tubulação exige mais do que escolher uma técnica de recuperação. Em redes enterradas de água, esgoto ou drenagem, a decisão técnica precisa conectar diagnóstico, projeto, acesso ao trecho, gestão de mão de obra, locação de máquinas, fornecimento de materiais, tecnologia de inspeção e controle operacional. Quando essa etapa é tratada de forma superficial, aumentam os riscos de improvisos, compras desconectadas do escopo, paralisações e retrabalho em campo.
Passo a passo para estruturar a obra
- Diagnóstico inicial da rede
O planejamento começa pelo entendimento do problema: perda de desempenho hidráulico, obstruções recorrentes, infiltrações, danos estruturais, necessidade de ampliação, adequação operacional ou recuperação de trechos antigos. Nessa fase, o objetivo é separar sintomas de causas prováveis. Uma rede com baixa vazão, por exemplo, pode exigir limpeza, inspeção, reabilitação localizada, revestimento interno ou até substituição parcial, dependendo do estado real da tubulação.
- Inspeção técnica e levantamento de interferências
Antes de definir método ou orçamento, é recomendável levantar informações sobre diâmetro, extensão, profundidade, material existente, pontos de acesso, poços de visita, interferências com pavimento, drenagem, redes de água, energia, gás, telecomunicações e circulação urbana. Em áreas consolidadas, a compatibilização com o entorno é decisiva para reduzir riscos durante a execução.
- Definição de escopo e objetivo da intervenção
O escopo deve esclarecer o que será feito, onde será feito e com qual finalidade técnica. A obra busca recuperar desempenho hidráulico? Reduzir infiltrações? Reforçar a condição estrutural? Reabilitar um trecho crítico? Preparar a rede para uma expansão? Essa definição evita contratar uma solução genérica para um problema que exige abordagem específica.
- Escolha do método de reabilitação
A seleção do método deve ser consequência do diagnóstico e do projeto, não apenas de preferência comercial. Métodos não destrutivos, revestimentos internos, recuperação localizada, substituição parcial ou soluções combinadas podem ser considerados conforme viabilidade técnica, acesso, estado da tubulação, nível de deterioração, extensão do trecho e impacto urbano aceitável. Nem toda rede permite a mesma solução, e nem toda intervenção precisa substituir integralmente a tubulação.
- Planejamento de máquinas, materiais e insumos
Depois do método definido, o planejamento precisa prever equipamentos, ferramentas, materiais, insumos, logística de entrega e condições de armazenamento. Essa etapa é crítica em saneamento e infraestrutura urbana porque atrasos de fornecimento ou incompatibilidade entre material e execução podem afetar cronograma, produtividade e segurança operacional.
- Mobilização de equipe e integração entre fornecedores
A gestão de mão de obra deve considerar experiência operacional, segurança, sequência executiva e interface entre equipes. Em obras com múltiplas frentes, a falta de integração entre projeto, fornecedores, máquinas e execução costuma gerar gargalos: equipe mobilizada sem material disponível, equipamento locado antes da liberação da frente ou compras feitas sem compatibilização com o método escolhido.
- Execução com controle técnico
Durante a execução, o controle operacional acompanha condições da rede, conformidade com o projeto, segurança da equipe, interferências imprevistas, necessidade de ajustes e registro das etapas. Esse acompanhamento ajuda a reduzir decisões improvisadas e permite que eventuais mudanças sejam tratadas tecnicamente, e não apenas como resposta emergencial ao campo.
- Verificação final e registro da intervenção
Ao final, a obra deve gerar informações úteis para operação e manutenção futura: trecho reabilitado, método aplicado, condições encontradas, eventuais limitações, registros técnicos e recomendações de acompanhamento. Esse histórico facilita novas decisões em redes enterradas e melhora a gestão do ativo de saneamento.
Por que o planejamento reduz retrabalho?
Em reabilitação de tubulação, o custo do erro raramente está apenas no material. Ele aparece na paralisação de frente de serviço, na necessidade de refazer etapas, na locação de equipamento por período inadequado, na compra de insumos incompatíveis, na abertura de valas não previstas ou na mobilização de equipes sem condições de execução.
Por isso, a fase de planejamento deve integrar engenharia, suprimentos, operação, segurança e logística. Para construtoras, empreiteiras, concessionárias de saneamento, prefeituras, empresas de infraestrutura urbana e gestores de obra, a recomendação é evitar decisões baseadas somente em preço padrão. A avaliação técnica personalizada tende a ser mais segura porque considera o contexto da rede, o objetivo da intervenção e as restrições de campo.
Nesse ponto, o Grupo Vértice Infraestrutura Urbana se posiciona como um hub de soluções para saneamento e infraestrutura urbana, conectando planejamento, projetos, insumos, equipamentos, mão de obra e tecnologia em um ecossistema de atuação 360 graus. A integração entre marcas complementares permite apoiar diferentes etapas da obra, da análise inicial à execução, sem tratar a reabilitação como uma frente isolada.
Leituras internas que ajudam no planejamento
- Planejamento de infraestrutura urbana;
- Gestão de mão de obra para obras de saneamento;
- Locação de equipamentos para redes enterradas;
- Materiais para redes de água e esgoto.
Por que escolher uma solução integrada para saneamento e infraestrutura urbana?
Em obras de saneamento, redes de água e esgoto, drenagem e métodos não destrutivos, a qualidade da solução não depende apenas da técnica escolhida. Ela depende da coordenação entre diagnóstico, projeto, mão de obra, equipamentos, materiais, tecnologia e controle operacional. É por isso que uma abordagem integrada tende a ser mais segura do que contratar frentes isoladas sem uma gestão técnica conectada.
Quando cada etapa da obra é tratada separadamente, surgem riscos comuns: especificações desalinhadas, compras feitas antes da definição técnica, equipamentos mobilizados sem compatibilidade com o método, equipes aguardando insumos, retrabalho em redes enterradas e dificuldade para controlar interferências urbanas. Em reabilitação de tubulações e infraestrutura urbana, esses pontos pesam ainda mais, porque a rede existente pode apresentar condições variáveis de acesso, diâmetro, deterioração, obstrução, infiltração e interferência com outros sistemas.
Uma solução integrada não elimina a necessidade de diagnóstico técnico, mas ajuda a transformar esse diagnóstico em execução coordenada. Em vez de analisar apenas o método de recuperação, a obra passa a ser observada como um sistema: qual é o objetivo da intervenção, quais trechos exigem prioridade, quais máquinas serão necessárias, quais materiais precisam estar disponíveis, qual equipe deve ser mobilizada e como o controle técnico será feito durante a execução.
Essa é a lógica do Grupo Vértice Infraestrutura Urbana. A empresa atua como um hub de soluções para obras de saneamento e infraestrutura urbana, conectando planejamento, projetos, insumos, equipamentos, mão de obra e tecnologia em um único ecossistema.
Com mais de 11 anos de experiência no mercado e atuação nacional, o Grupo Vértice reúne marcas complementares como ENGENEVES, IOMAR, ARENA INFRA, PRISMA, SOLOPIPE, TUBULAÇÃO.COM, SANEFUSION e SUPERDRILL para apoiar diferentes etapas de obras urbanas. Na prática, a diferença entre contratar frentes isoladas e contar com um ecossistema integrado aparece em pontos decisivos:
- Compatibilização técnica: o método de intervenção precisa conversar com o estado da tubulação, o acesso disponível, o tipo de rede, o objetivo operacional e as restrições do entorno;
- Coordenação de fornecedores: máquinas, materiais, equipe e tecnologia devem ser planejados de forma conjunta para reduzir improvisos;
- Controle de obra: a gestão integrada facilita acompanhar etapas, ajustar decisões técnicas e evitar que uma frente avance sem que outra esteja preparada;
- Uso racional de recursos: quando projeto, insumos e execução estão alinhados, há melhor aproveitamento de máquinas, materiais e conhecimento técnico;
- Menor exposição a retrabalho: em redes enterradas, decisões desconectadas podem gerar intervenções adicionais, atrasos operacionais e aumento de complexidade;
- Visão 360 graus da infraestrutura urbana: saneamento, drenagem, redes de água e esgoto e métodos não destrutivos exigem leitura ampla do ambiente urbano, não apenas execução pontual.
Esse tipo de integração é especialmente relevante para construtoras, empreiteiras, concessionárias de saneamento, prefeituras, loteadoras, incorporadoras, indústrias, empresas de engenharia e gestores de obras que precisam tomar decisões técnicas antes de contratar uma solução. Em muitos casos, a dúvida não é apenas qual método usar, mas como estruturar a obra para que a escolha técnica seja viável, segura e compatível com o cronograma e com as condições reais da rede.
Também é importante diferenciar integração de promessa universal. Nem toda tubulação antiga pode ser reabilitada pelo mesmo método, nem toda obra se beneficia da mesma estratégia de execução. A escolha entre recuperação, substituição, manutenção corretiva ou método não destrutivo depende de inspeção, projeto e avaliação das condições da rede.
O valor de uma solução integrada está justamente em organizar essa decisão com base em dados técnicos, e não em aplicar uma resposta padrão para todos os cenários. O Grupo Vértice se posiciona nesse contexto com pilares de conhecimento, inovação e pessoas, buscando viabilizar obras mais limpas, ágeis, seguras e eficientes.
A proposta não é substituir a avaliação técnica, mas reunir competências e recursos para que a obra seja planejada e executada com mais controle, conectando as necessidades do cliente às frentes necessárias de infraestrutura urbana. Para quem está avaliando uma intervenção em rede existente, o caminho mais prudente é solicitar uma análise do caso.
Informações como localização da rede, objetivo da obra, condições de acesso, histórico de falhas, existência de inspeções, extensão estimada e tipo de sistema envolvido ajudam a direcionar uma avaliação técnica mais consistente, sem depender de soluções genéricas.
FAQ
As perguntas a seguir esclarecem os critérios mais importantes para avaliar o tema com segurança. As respostas consideram projeto, condições de campo, materiais, execução e responsabilidades técnicas. Cada orientação deve ser adaptada às características reais do empreendimento.
Quais informações ajudam no orçamento técnico?
As informações mais úteis são: escopo previsto, localização da rede, tipo de sistema envolvido, extensão aproximada do trecho, condições de acesso, diagnóstico ou inspeção disponível, interferências conhecidas, objetivo da intervenção e restrições operacionais da obra. Com esses dados, a análise tende a ser mais precisa do que uma solicitação baseada apenas em metragem ou preço genérico.
É possível definir o método antes da inspeção?
Em alguns casos, é possível levantar hipóteses preliminares, mas a escolha responsável do método depende de avaliação técnica. A inspeção e o diagnóstico ajudam a confirmar se a tubulação tem condições de receber determinada solução ou se será necessário ajustar o escopo.
Quem deve participar do planejamento?
O ideal é envolver quem responde pelo projeto, operação da rede, segurança, compras técnicas, gestão de mão de obra, máquinas, materiais e execução. Quanto maior a integração entre essas frentes, menor a chance de incompatibilidades durante a obra.
As perguntas a seguir esclarecem os principais critérios relacionados ao tema. Cada resposta considera o projeto, as condições de campo e os requisitos técnicos aplicáveis. A decisão final deve respeitar o escopo e as responsabilidades de cada obra.
Uma solução integrada promove que a reabilitação será viável?
Não. A viabilidade depende de diagnóstico técnico, inspeção, estado da tubulação, condições de acesso, objetivo da intervenção e projeto. A integração ajuda a organizar a análise e a execução, mas não substitui a avaliação específica da rede.
Como escolher o melhor método para uma rede de esgoto ou drenagem?
A escolha deve considerar fatores como diâmetro, extensão, nível de deterioração, presença de obstruções, interferências urbanas, necessidade de continuidade operacional e disponibilidade de acesso. Métodos não destrutivos podem ser alternativas relevantes quando tecnicamente viáveis, mas a decisão deve ser feita com base em projeto.
Por que o diagnóstico técnico é necessário antes da contratação?
Porque redes enterradas podem apresentar condições que não são visíveis externamente. O diagnóstico reduz decisões por suposição, orienta a escolha de máquinas e materiais, ajuda a definir o escopo e diminui o risco de retrabalho durante a execução.
Quando faz sentido consultar o Grupo Vértice?
Faz sentido quando a obra exige uma visão ampla de saneamento e infraestrutura urbana, envolvendo planejamento, projeto, mão de obra, máquinas, materiais, tecnologia ou métodos não destrutivos. A consulta permite avaliar o caso de forma técnica e identificar quais frentes podem ser integradas à necessidade da obra.
Para saber mais sobre reabilitação de tubos de esgotos antigos
clique aqui e entre em contato por e-mail.
Entre em contato agora mesmo!
Clique no botão e entre em contato para tirar dúvidas ou solicitar um orçamento.
Solicitar contatoPrincipais regiões de atendimento:
- Atendimento realizado em todo o estado de Acre.
- Atendimento realizado em todo o estado de Alagoas.
- Atendimento realizado em todo o estado de Amapá.
- Atendimento realizado em todo o estado de Amazonas.
- Atendimento realizado em todo o estado de Bahia.
- Atendimento realizado em todo o estado de Ceará.
- Atendimento realizado em todo o estado de Distrito Federal.
- Atendimento realizado em todo o estado de Espírito Santo.
- Atendimento realizado em todo o estado de Goiás.
- Atendimento realizado em todo o estado de Maranhão.
- Atendimento realizado em todo o estado de Mato Grosso.
- Atendimento realizado em todo o estado de Mato Grosso do Sul.
- Atendimento realizado em todo o estado de Minas Gerais.
- Atendimento realizado em todo o estado de Pará.
- Atendimento realizado em todo o estado de Paraíba.
- Atendimento realizado em todo o estado de Paraná.
- Atendimento realizado em todo o estado de Pernambuco.
- Atendimento realizado em todo o estado de Piauí.
- Atendimento realizado em todo o estado de Rio de Janeiro.
- Atendimento realizado em todo o estado de Rio Grande do Norte.
- Atendimento realizado em todo o estado de Rio Grande do Sul.
- Atendimento realizado em todo o estado de Rondônia.
- Atendimento realizado em todo o estado de Roraima.
- Atendimento realizado em todo o estado de Santa Catarina.
- Atendimento realizado em todo o estado de São Paulo.
- Atendimento realizado em todo o estado de Sergipe.
- Atendimento realizado em todo o estado de Tocantins.